Prometer que irá tentar, prosseguir, conseguir, Prometer que tudo vai ficar bem, mesmo que seja difícil acreditar. Prometer que vai superar, mesmo que não pareça. Prometer libertar-se, mesmo quando sentir-se preso. Prometer praticar o desapego, mesmo quando o apego lhe parecer cálido.
Acreditar nessas promessas, mesmo quando lhe parecerem dispersas, desconexas e esquecidas. Dizer coisas espontâneas, dançar, abraçar, viver, sorrir, se entregar à experiência, ao aprendizado, à evolução pessoal, à sinceridade, ao amor. Não chorar...na verdade, chorar sim. E chorar quando for necessário, desde que isso não se torne parte da sua rotina.
Apaixonar-se por muitas coisas, livros, músicas, animais, lugares e pessoas, talvez pessoas com um pouco mais de cautela. Não se amedrontar diante da hesitação, falar mais, dialogar mais, ouvir mais, ajudar mais.
E amar, amar muito, amar a si próprio antes de amar outra coisa. Amar o que e quem você é.
Sentimentalismo barato
sexta-feira, 13 de julho de 2012

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